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- LinfadenomegaliaLocalização + características + alarme
- LinfadenomegaliaLocalização + características + alarme
Linfadenomegalia Localização + características + alarme
Reativo/Infeccioso vs Neoplásico Localização + consistência + sinais de alarme
Como decidir: Mole/móvel/doloroso = reativo. Duro/fixo/indolor/supraclavicular = neoplasia (biópsia).
• Localizada + drenagem de foco infeccioso/inflamatório regional + gânglio móvel e doloroso → Linfadenite reativa localizada (Gânglio duro, fixo e indolor aponta neoplasia)
• Generalizada + contexto infeccioso (mononucleose, HIV, toxoplasmose, TB, sífilis) → Linfadenomegalia infecciosa generalizada (Sintomas B + LDH alto + gânglio endurecido apontam neoplasia)
• Sintomas B (febre, sudorese noturna, perda de peso) + LDH elevado + gânglios endurecidos → Neoplásica (linfoma, leucemia, metástase) (Quadro infeccioso autolimitado torna menos provável)
• Sinais de alarme: >2 cm, endurecido, fixo/aderido, supraclavicular, crescimento progressivo → Indicação de biópsia (excluir neoplasia) (Gânglio pequeno, móvel, em regressão dispensa biópsia imediata)
• Localização (localizada vs generalizada): Localizada drena um território (buscar foco); generalizada amplia o diferencial (infeccioso sistêmico, neoplásico, autoimune)
• Características do gânglio + sinais de alarme: Mole/móvel/doloroso = reativo; duro/fixo/indolor, supraclavicular, >2 cm e progressivo = alto risco
• Rastreio + biópsia EXCISIONAL: Hemograma, sorologias (HIV, EBV, toxo, sífilis), LDH, imagem; biópsia excisional (não PAAF) se suspeita de linfoma
Linfadenite Reativa
Passo-chave: Localizada, móvel, dolorosa
Fisiopatologia: Resposta imune a um estímulo infeccioso/inflamatório regional aumenta o linfonodo de drenagem.
Diagnóstico: Gânglio localizado, móvel e doloroso, com foco regional identificável.
Tratamento: Tratar o foco; observar a regressão. Sem regressão em 4-6 semanas → investigar.
Alerta: Reavaliar em semanas; se não regredir, investigar.
Pegadinhas:
- Dor e mobilidade favorecem benignidade.
- Sempre procurar o foco de drenagem.
- Persistência muda a conduta para investigação.
Infecciosa Generalizada
Passo-chave: Mono/HIV/toxo/TB/sífilis
Fisiopatologia: Infecções sistêmicas (EBV, CMV, HIV, toxoplasmose, TB, sífilis) ativam difusamente o sistema linfático.
Diagnóstico: Linfadenomegalia generalizada + síndrome infecciosa. Sorologias dirigidas (monoteste, HIV, toxo, VDRL).
Tratamento: Tratar a infecção específica; muitas são autolimitadas (mononucleose).
Alerta: Linfadenomegalia generalizada + risco → testar HIV.
Pegadinhas:
- HIV agudo cursa com linfadenomegalia + faringite + rash.
- Mononucleose: linfocitose atípica, esplenomegalia.
- TB ganglionar é importante no Brasil.
Neoplásica
Passo-chave: Sintomas B + LDH + gânglio duro
Fisiopatologia: Proliferação neoplásica (linfoma, leucemia) ou metástase para o linfonodo, gerando gânglios endurecidos e crescentes.
Diagnóstico: Gânglios endurecidos/fixos + sintomas B + LDH elevado. Biópsia excisional define o tipo.
Tratamento: Encaminhar à hematologia/oncologia; tratamento conforme o diagnóstico histológico.
Alerta: Biópsia excisional precoce — não atrasar a investigação do linfoma.
Pegadinhas:
- Biópsia EXCISIONAL (PAAF não arquiteta o linfoma).
- Supraclavicular esquerdo (Virchow) sugere neoplasia abdominal.
- Sintomas B orientam estadiamento/prognóstico.
Sinais de Alarme → Biópsia
Passo-chave: >2cm, fixo, supraclavicular, progressivo
Fisiopatologia: Características que elevam a probabilidade de malignidade e indicam investigação histológica.
Diagnóstico: Tamanho >2 cm, consistência endurecida, fixação, localização supraclavicular, crescimento progressivo ou persistência >4-6 semanas.
Tratamento: Biópsia excisional + estadiamento conforme resultado.
Alerta: Linfonodo supraclavicular é quase sempre patológico.
Pegadinhas:
- Supraclavicular = investigar sempre.
- Não 'tratar com antibiótico e observar' indefinidamente o gânglio de alarme.
- Excisional preserva a arquitetura para o diagnóstico.